
1377
DEPUTADA FEDERAL - PT - SP
Nosso povo tem voz, e eu quero ser o eco dessa voz no congresso.
#MulheresNegrasNoPoder #1377

CONHEÇA RUTH LOPES
Uma mulher que fez da luta sua voz e da transformação, seu caminho.
RUTH LOPES COSTA, 62 anos, é uma mulher preta, periférica, filha de pais negros e dona de uma história construída com trabalho, coragem e escolhas.
Desde cedo, entendeu o lugar que a mulher preta costuma ocupar na base da pirâmide. Conheceu os limites impostos pelo racismo, pelo machismo e pelas desigualdades, mas também descobriu que era possível construir outros caminhos.
Sua luta começou ainda no movimento estudantil, onde aprendeu que transformação também se faz com organização, participação e presença.
Depois de dez anos no sistema bancário, deixou a estabilidade para empreender e atuar junto aos movimentos sociais e ao terceiro setor. Sua compreensão sobre o poder da educação a levou a ser uma das fundadoras da Faculdade Zumbi dos Palmares e da AFROBRAS.
À frente de projetos de educação e qualificação profissional, ajudou a levar mais de 2 mil jovens negros e periféricos para as universidades, transformando uma ideia em oportunidade concreta de mudança de vida.
Também participou da criação do Troféu Raça Negra, ajudando a reconhecer histórias e talentos que por muito tempo não tiveram espaço.
Foi ao lado de outra mulher, sua irmã, que Ruth fundou o Instituto Mulher Negra e Cia, para que outras mulheres também possam se enxergar maiores do que os lugares que tentaram lhes impor.
Mulheres pretas ou não. Cisgênero ou transgênero. Mulheres que querem estudar, empreender, liderar, decidir e ocupar espaços de destaque e poder.
Criou a Frente Negra Online, ampliando vozes e dando visibilidade à presença e à influência negra.
Porque não basta falar sobre oportunidades. É preciso criar condições e políticas públicas para que outras mulheres possam ambicionar mais, chegar, ocupar e permanecer nos espaços de poder que também ajudamos a construir.
Ruth sabe que não chegou sozinha. E não deseja avançar sozinha.
Porque, enquanto uma mulher preta continuar segurando a mão da outra, a gente continua vencendo.
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Autonomia para gerar renda.
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Ampliar o acesso digital.
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Capacitação e acesso a mercados.
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Fortalecimento dos negócios negros e femininos.
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Crédito justo via BNDS, com maior facilidade.
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Oportunidade para quem empreende na periferia.
EMPREEDEDORISMO
EDUCAÇÃO
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Educação pública de qualidade.
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Educação antirracista.
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Acesso e permanência para todos.
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Formação para o trabalho e para a vida.
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Ampliar o acesso digital.
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Cultura e conhecimento como ferramentas de transformação.
CUIDADO
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Envelhecer com dignidade.
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Proteção e respeito à pessoa idosa.
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Envelhecimento LGBTQIA+ com direitos.
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Cuidado para quem cuida.
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Creche para idosos.
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Aposentadoria para quem cuida.
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Saúde, autonomia e qualidade de vida.
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Direitos iguais na prática.
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Mulheres nos espaços de decisão.
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Combate à violência contra a mulher.
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Autonomia econômica e social.
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Mais oportunidades para todas as mulheres.
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Combater o racismo em todas as estruturas.
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Mais pessoas negras nos espaços de poder.
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Igualdade de acesso e oportunidades.
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Políticas públicas com perspectiva racial.
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Representatividade que transforma.
EQUIDADE RACIAL
CONHEÇA AS BANDEIRAS
A política que Ruth defende começa pelas pessoas.
Pelo direito de envelhecer com dignidade, de estudar, empreender, ocupar espaços de poder e viver sem racismo ou violência.
São bandeiras que nascem da escuta e da experiência, mas que apontam para uma transformação concreta:
mais direitos, mais oportunidades e mais igualdade para todas e todos.
IGUALDADE DE GÊNERO

FRENTE NEGRA ONLINE
A Frente Negra Online é uma rede de comunicação, influência e mobilização negra que conecta comunicadores, jornalistas, artistas, produtores de conteúdo e formadores de opinião para ampliar a circulação de narrativas, projetos, pautas
e oportunidades. Com mais de 27 perfis estratégicos e uma base potencial de mais de 7,7 milhões de seguidores,
distribuída entre quatro plataformas digitais, a rede reúne diferentes públicos, linguagens e territórios,
transformando audiência em conexão e ampliando a presença e a influência negra no ambiente digital.
+27
PERFIS
ESTRATÉGICOS
+7,7 milhões
seguidores
+1,1 MILHÃO
+10 SEGMENTOS
TIKTOK
DIVERSIFICADOS
MANIFESTO POR MULHERES NEGRAS NO PODER
#MulheresNegrasNoPoder
Tem uma cadeira vazia em cada plenário deste país. Ela devia estar ocupada por uma mulher preta. Está vazia há séculos, e a gente já naturalizou o vazio.
Olha os números. Não pra se indignar por um segundo e seguir rolando a tela.
Olha pra entender o tamanho do buraco que estamos pedindo pra você ajudar a fechar.
2022: O ANO DO “RECORDE” QUE NÃO MUDA NADA
Em 2022, o Brasil elegeu 302 mulheres para Câmara, Senado, Assembleias e governos estaduais. Contra 1.394 homens. Já dá pra sentir o desequilíbrio.
Dessas 302, quantas eram pretas? 29. Vinte e nove mulheres pretas eleitas para Câmara Federal e Senado, num país onde somos dezenas de milhões. A taxa de sucesso de uma candidata preta foi de 1,5%. A de uma mulher branca, 3,5%. A de um homem branco, 8,8%. Uma mulher preta teve quase seis vezes menos chance de se eleger do que um homem branco. Isso não é coincidência, é engenharia.
E no comando dos estados? Duas mulheres governadoras eleitas em todo o Brasil. Uma preta. Uma. Fátima Bezerra, sozinha, segurando um posto que deveria ter fila.
2024: A EXCEÇÃO QUE CONFIRMA A REGRA
Passaram-se dois anos, veio outra eleição, e a régua nem se moveu.
Mulheres seguem sendo só 18% das vagas em Câmaras Municipais do país inteiro. Dentro desse recorte já pequeno, mulher negra é 40% das eleitas, mesmo sendo 28% da população, mais numerosa que a mulher branca. Das quase 80 mil mulheres negras que se candidataram em 2024, pouco mais de uma em cada dez conseguiu se eleger. No total, somos 7% dos vereadores do Brasil.
Tem capital nesse país, Aracaju, onde 37% da população é formada por mulheres negras e nenhuma delas ocupa uma cadeira na Câmara Municipal. Isso não é falta de gente qualificada. É porta fechada.
ENQUANTO ISSO, LÁ FORA, É A NOSSA VIDA EM JOGO
A gente não fica de fora do poder por acaso, e não fica de fora sem pagar um preço.
Em 2024, o Brasil bateu recorde de feminicídios: 1.492 mulheres mortas só por serem mulheres. A maioria, mulher negra. Quase 7 em cada 10 mulheres assassinadas no país são pretas. No mesmo ano, recorde de estupros também, uma pessoa estuprada a cada 6 minutos, mais da metade das vítimas, negra.
E o racismo? As denúncias ao Disque 100 mais que dobraram entre 2023 e 2024. Não porque o racismo nasceu ontem, mas porque finalmente estamos denunciando o que sempre existiu. Só que denunciar não é o mesmo que legislar, e quem escreve a lei que devia nos proteger quase nunca é quem vive sob a mira dela.
Enxerga a linha reta: pouca mulher preta no poder, muita mulher preta enterrada, muito racismo sem resposta. Essas três coisas não são estatísticas separadas. São a mesma engrenagem.
CHEGA DE PEDIR ESPAÇO. VAMOS OCUPAR PELO VOTO.
Não estamos aqui pedindo compaixão. Estamos convocando ação.
Se você é preta, sabe na pele o que esses números significam. Sabe o que custa cada mulher que não chegou lá. Este é um chamado pra você votar pensando em poder, não em simpatia.
Se você não é preta e chegou até aqui, seu voto também decide quem vai estar na mesa quando as leis sobre a sua vida forem escritas. Representatividade não é caridade. É a diferença entre uma política pensada por quem entende a dor de perto e uma política pensada de longe, por quem nunca vai sentir o peso dela.
O COMPROMISSO QUE ESTAMOS PEDINDO
Este manifesto não fica só no papel. Ele vai circular, e vai pedir assinatura. De gente comum, e principalmente de quem tem palanque: autoridades, lideranças, formadores de opinião, gente que fala e é ouvida.
Assinar este manifesto é assumir um compromisso público com três coisas:
VOTO. Descobrir quem são as candidatas negras na sua cidade e no seu estado antes de entrar na cabine, e votar de forma intencional e direcionada, não por acaso.
APOIO. Ajudar candidaturas negras a chegar mais longe. Doar quando puder, ceder tempo, espaço, palanque, plataforma. Cobrar dos partidos as cotas de dinheiro e tempo de TV que a lei já garante e que quase sempre é descumprida.
MANIFESTAÇÃO PÚBLICA. Assinar com o nome, não escondido. Divulgar para quem confia em você. Se você é figura pública, usar sua voz pra isso importa mais do que qualquer estatística que a gente possa citar aqui.
Mulher preta no poder não é sobre inclusão bonita pra discurso de campanha. É sobre virar o jogo de quem decide o destino de quem.
A cadeira vazia só continua vazia enquanto a gente aceita que ela fique assim.
ASSINA. DIVULGA. VOTA.
IMPRENSA






